Há momentos que sinto impulsos que ninguém , salvo ele, podiam compreender nem eu explicar;
São essas vontades de cantar enquanto ando pela rua a molhar-me debaixo da chuva, a necessidade de levantar-me com o pé esquerdo, de apalpar a textura dos casacos desconhecidos com a gemas dos dedos, de beijar com os olhos abertos, de não calcar a linha onde se junta dois azulejos, o a de relacionar-me com pessoas que tratam instintivamente de evitar a homens inteligentes e astutos.
No hay comentarios:
Publicar un comentario