Me invade uma paz e um sossego enquanto observo que não sinto nada mau: não sinto ciumes, não estou preocupada, não estou assustada, não me sinto só.
Só então reconheço que o que sinto bem podia ser a autentica felicidade. Durante os últimos dias, quando comecei a notar princípios desta sensação a encher-me o coração, passou-me pela cabeça que a chave da felicidade não está num rapaz. É possível que seja verdade. E gosto pensar que sem ele na minha vida, havia encontrado, de alguma maneira a felicidade, mas a verdade é que me sinto mais livre com ele do que quando estava solteira. Sinto-me mais eu mesma com ele que sem ele.
Pode que isso seja o amor verdadeiro... PODE. Gosto dele. Gostei dele desde o principio, quando ainda dizia a mim mesma que ele nao era o meu tipo. Gosto dele pela sua "inteligência", a sua sensibilidade, o seu valor. Gosto dele totalmente, incondicionalmente e sem reservas.
Gosto dele o suficiente para arriscar-me.
Gosto dele o suficiente como para aceitar a minha felicidade e usar-la para fazer-lhe feliz.
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