Quando o vi aproximar-se senti medo. Era um medo especial. Um medo desses que entram quando uma pessoa vê um filme de terror em um cinema e tens pequenos nervos. Ou quando, em sonhos alguém sai dum bosque e começa a perseguir-te e tu sabes que, de nenhuma maneira, pode dar-te alcance, tu tens que ser mais rápido, mais rápido, mais rápido, e tu corres e corres. E então acordas e o teu coração late aceleradamente e estas totalmente banhado em suor. Mas, depois de um tempo o sonho passou, desapareceu como uma nuvem e também o teu medo.
Era um medo desses. Mas estava claro que seguia encontrando-me no meio do sonho, que, nesta ocasião, estava a passar na vida real. Ele sorriu, passou o seu braço pelos meus ombros e o medo deixou lugar a uma felicidade incalculável. Não podia dizer de que tinha medo antes.
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